(…)
A maioria de nós não consegue localizar vocês no mapa – e, pior, também não conseguimos localizar nosso inimigo.
De acordo com uma pesquisa recente, 85% dos americanos adultos com idades entre 18 e 25 anos não conseguem achar o Iraque em um mapa. Eu acho que o primeiro parágrafo do código de leis internacionais deveria ser o seguinte: se um povo não consegue encontrar o seu inimigo sobre o globo terrestre, ele não tem permissão para bombardeá-lo.É possível que um povo tão ignorante esteja no controle do mundo? Antes de mais nada, como foi possível que chegássemos lá? Oitenta e dois por cento de nós não temos nem sequer um passaporte! Só um punhado de nós pode falar em outra língua que não o inglês (e nós mal falamos essa…).
George W. só agora anda vendo o resto do mundo, e porque ele tem de ver, poirque, uai, é u qui us presidente faiz. Eu acho que nós só estamos no comando do mundo porque temos armas maiores. É engraçado como isso sempre parece funcionar. (…)
Michael Moore, no prefácio exclusivo para a edição brasileira de “Cara, cadê meu país?” (prefácio na íntegra aqui).
Com o final do período da faculdade, só Deus sabe quando vou conseguir acabar de ler esse livro.
Novembro 15, 2006 às 5:48 pm |
Esse livro é bacana, mas se vc quiser economizar um tempo vc pode ver o filme, q eh bem igual [eu acho, eu vi, mas n tava prestando mta atenção... hahahaha]. Acho que chama Faren… ah, n sei escrever… vc sabe como eh… F° neh… hahahha
E sem pressa… É bom que eu prendo o seu aki tbm… =P
Só temos que arranjar um jeito de desfazer a troca neh
Novembro 15, 2006 às 6:06 pm |
na verdade o “Faren…” veio mais do livro Fahrenheit 11 de setembro do que desse.
mas no fim das conas o assunto é o mesmo.
em todo caso, prefiro ler! rs
Novembro 15, 2006 às 9:21 pm |
Não sei, sei que eu não prestei atenção no livro pq as informações foram as mesmas assim… =]
Novembro 15, 2006 às 11:00 pm |
Li esse livro e, apesar de não concordar com muita coisa que Moore diz ou faz, gostei. Moore traz alguns dados interessantes, mas sua tentativa de tornar tudo uma piada é algumas vezes chato bagaraí. Mas é um livro bem divertido.