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Um crítico inglês de alguma reputação foi vê-lo após um concerto e observou, com polidez, mas com uma pitada de arrogância: “Eu andei ouvindo aquele primeiro LP que você gravou, em 1948, e gostaria de lhe dizer que acho que você melhorou de forma quase irreconhecível desde então”. Miles lançou-lhe um olhar de diabrete e perguntou: “Quando você ouviu pela primeira vez aquele LP?”. “Cerca de um ano atrás”, disse o crítico. “Cara, você deveria tê-lo escutado em 1948!“, disse Miles com um amplo e enfático sorriso.

Kenneth Tynan, no brilhante perfil de Miles Davis, parte do livro A Vida Como Performance.

Agora preciso empolgar na leitura de Nada Será Como Antes, da Ana Maria Bahiana, mas confesso que ainda não consegui descansar, por meus pensamentos em ordem (o que deve ser facilmente percebido com o quase abandono desse blog por esses dias).

Preciso viajar. Logo.

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